Salada de Lentilhas e Quinoa com Vinagrete de Limão e Cânhamo

fotografia por NGP (http://www.notguiltypleasure.com/)




































No dia 7 de Fevereiro dei um workshop (Vegan em Casa by A Cozinha Verde) a um grupo de meninas muito especial. Tendo todas em comum o gosto por cozinhar (e por comer!), avizinhava-se uma tarde recheada de muita energia boa e troca de experiências. Para além da Patrícia (que já conhecia e admiro imenso!), adorei conhecer todas as outras meninas, cujos blogs já faziam parte da minha lista de inspirações. Ora espreitem lá o cantinho da Patrícia (Not Guilty Pleasure), da Inês (Ananás e Hortelã), da Maria (Limited Edition) e da Ana (Cozinhar sem Lactose).

A salada que hoje partilho com vocês foi uma das receitas que confeccionei nesse dia. Diferente, mas super simples de fazer, sendo esta a minha máxima na cozinha: descomplicar.

Esta receita funciona como prato principal, sendo muito rica nutricionalmente. A nível proteico, pela combinação leguminosa (lentilhas) + cereal (quinoa) + oleaginosa (sementes de cânhamo) fornece-nos uma proteína de elevado valor biológico (proteína completa).


Salada de Lentilhas e Quinoa com Vinagrete de Limão e Cânhamo

Tempo de preparação: 30 minutos
Serve 6 pessoas
Sem glúten


Ingredientes:

Vinagrete de Limão e Cânhamo

2/3 cup (chávena) de sementes de cânhamo descascadas
8 colheres de sopa de azeite biológico extra virgem
6 colheres de sopa de sumo de limão, espremido na hora
2 dentes de alho
2 colheres de chá de orégãos frescos
Sal marinho integral, q.b.
Pimenta verde moída na hora, q.b.
4 a 8 colheres de sopa de água

Salada de Lentilhas e Quinoa

1 cup (chávena) de quinoa
1 cup (chávena) de lentilhas (verdes ou vermelhas)
1 cabeça de brócolos, picados
1 cenoura grande, ralada
1 beterraba média, ralada (vermelha ou amarela)
1 mão cheia de salsa fresca, picada
1 mão cheia de coentros frescos, picados
1 fio de azeite extra virgem biológico
2 colheres de sopa de sumo de limão, espremido na hora
Salsa fresca, para guarnecer
Sementes de cânhamo, para guarnecer
1 limão, para guarnecer

fotografia por NGP (http://www.notguiltypleasure.com/)


Preparação:

Salada de Lentilhas e Quinoa

Coza previamente a quinoa e as lentilhas e deixe arrefecer à temperatura ambiente. (Nota: o tempo de cozedura das lentilhas vermelhas é inferior ao das lentilhas verdes)
Lave bem os brócolos (pode usar um pouco de vinagre na lavagem) e pique-os finamente (deixe de parte os talos maiores, e utilize-os para outra finalidade).
Numa tigela grande, envolva bem as lentilhas, a quinoa, os brócolos picados, a cenoura e a beterraba ralada, a salsa e os coentros. Junte um fio de azeite e 2 colheres de sopa de sumo de limão, mexa bem  e tempere com uma pitada de sal marinho integral. Reserve.

Vinagrete de Limão e Cânhamo

Num processador de alimentos, junte todos os ingredientes, à exceção da água. Misture bem e vá acrescentando a água aos poucos (uma colher de sopa de cada vez), até obter uma textura cremosa.

Regue a salada com o vinagrete e mexa bem. Guarneça com salsa fresca, sementes de cânhamo e uma rodela de limão. Sirva à temperatura ambiente.


Bolonhesa de Seitan com Esparguete de Courgette



Partilho com vocês uma das receitas que confeccionei no último workshop by A Cozinha Verde no Celeiro.

Para quem se quiser inscrever nos próximos workshops de cozinha vegan, espreitem aqui as próximas datas/temas.


Bolonhesa de Seitan com Esparguete de Courgette

Serve 4 pessoas
Tempo de preparação: 30 minutos


Ingredientes

Esparguete de courgette:
2 courgettes médias

Bolonhesa de Seitan:
250 gr de seitan
2 tomates secos, picados
1 dente de alho, picado
1 cebola pequena, picada
1/4 pimento vermelho pequeno, picado grosseiramente
2 colheres de sopa (cheias) de puré de tomate bio
1/2 chávena de café de vinho branco
1 colher de sopa de azeite extra virgem
Uma pitada de sal marinho integral
Pimenta preta, moída na hora, a gosto
Noz moscada, a gosto
Orégãos, a gosto



































Preparação

Com um espiralizador de vegetais (ver nota no final), transforme as courgettes em esparguete. Reserve.

Pique o seitan num processador de alimentos/robot de cozinha (a clássica 1,2,3 também serve).

Num tacho, refogue o alho e a cebola num fio de azeite extra virgem. De seguida, junte o puré de tomate bio, o pimento vermelho, os tomates secos e o vinho branco. Tempere a gosto com o sal marinho integral, a pimenta preta e a noz moscada e deixe ferver,

Acrescente 1/4 copo de água e o seitan picado. Envolva bem e deixe cozinhar entre 5 a 10 minutos, em lume brando.

Sirva a bolonhesa de seitan por cima do esparguete de courgette e finalize o prato com orégãos a gosto.

Nota: Podem encontrar o espiralizador de vegetais à venda na loja César Castro, na Av. 5 de Outubro (Saldanha). Este utensílio de cozinha é ideal para fazer cortes decorativos e tipo esparguete em frutas e vegetais. É uma forma simples (e divertida) de incluir mais vegetais crus na nossa alimentação.


O Yoga e o Veganismo | Another Year, Lots of New Dreams ॐ


A poucos dias do final do ano, não faltam artigos, inspirational quotes e imagens a correr na Internet sobre as tão conhecidas (e previsíveis) "resoluções de ano novo". Para mim, não passam de frases feitas, na sua grande maioria. Não estou com isto a dizer que algumas delas não façam parte da minha "wish list". Mas será que precisamos de chegar ao último dia do ano para decidirmos que queremos ser felizes, saudáveis, perder peso, mudar de trabalho, ter filhos, ou o que quer que seja que faça sentido para nós?! 

Para mim, este é um processo diário e contínuo. Um caminho que podemos (e devemos) percorrer todos os dias. Se desejo mudar algo na minha vida hoje, não vou esperar que uma dúzia de passas de uva me tragam uma motivação maior para o fazer. 

O texto que se segue não fala por isso de resoluções de ano novo, mas tem como objetivo inspirar-vos a irem atrás dos vossos "sonhos", hoje. Não tendo sido escrito por mim, reflete aquilo em que acredito, sem mudar uma vírgula. A união da alimentação vegan (o meu mundo) com a prática de yoga (o mundo do Nuno) e com o veganismo (o mundo de ambos), que num futuro próximo irá resultar num projeto em conjunto que estamos HOJE a desenvolver. 

Podia apresentar-vos o Nuno Filipe como professor de yoga, mas isso seria restringir um ser humano a um título ou rótulo, algo que para mim não faz qualquer sentido. Prefiro assim que o conheçam da melhor maneira possível, com aquilo que ele escreve, que traduz verdadeiramente aquilo que ele é...



O Yoga e o Veganismo
by Nuno Filipe

Tentar contextualizar o vegetarianismo / veganismo com a prática de Yoga é tão complexo como a prática em si. Tentar fazê-lo de forma a que quem nunca tenha tido contacto com a filosofia e tradição do yoga consiga entender com clareza, é duplamente complexo.
Por isso quando “A Cozinha Verde” me pediu um pequeno texto sobre a ligação entre o yoga e alimentação que escolhemos para nós, a minha primeira pergunta foi “define pequeno?!”



































Tirando o elefante da sala logo de início, nem todos os praticantes de Yoga são vegetarianos. Acredito que todos devemos caminhar no caminho mais positivo da nossa prática de Yoga e na interpretação que fazemos dela, e perder tempo a encontrar falhas ou desacreditar outras pessoas e as interpretações delas é algo a que não nos podemos – nem devemos - dar o luxo.
Dito isto, acredito também que um praticante consciente adopta o vegetarianismo como consequência do processo de compreensão da realidade da vida e do papel que a sua presença exerce no mundo. Assim o praticante consciente, aprende que a realização espiritual e a verdadeira felicidade somente são possíveis se os nossos pensamentos, sentimentos e ações estiverem em harmonia.

As posturas e técnicas básicas de uma prática de Yoga não são fáceis de aprender. Do mesmo modo que repensar e reeducar a nossa alimentação também não o é. A partir do momento em que enveredamos por qualquer um dos caminhos – ou de ambos – rapidamente nos apercebemos que existe um rigor anexo a essa educação, e que não existe mesmo forma de contornar esse rigor. Teremos de nos sacrificar e arriscar ir além dos nossos limites pré-concebidos, e nisso existe sempre um elemento de incerteza e de perigo. “será que vou cair na postura?” ou “será que estou a consumir todos os nutrientes que preciso?”.  Numa época de pessoas privilegiadas e resultados rápidos isto não são boas notícias: não há um atalho ou uma estrada sem buracos. É preciso discernimento, disciplina, compreensão e compaixão.

Contextualizando:

Todos estamos familiarizados com a palavra “karma”.
A grande maioria de nós entende-a como as simples consequências das nossas ações. No entanto, simplesmente por existirmos neste mundo, também partilhamos karma com as nossas famílias, comunidades e com o nosso planeta e todos os seus habitantes.
Na filosofia do Yoga, o mundo em que existimos é um onde devemos pagar a nossa dívida kármica. Isto é visto como sofrimento. O verdadeiro significado do Yoga é muito mais que o comum estereótipo de “iluminação”; é o fim de todo o sofrimento e “ignorância” (Avidya, a ignorância sobre o conhecimento que leva ao sofrimento) e não apenas o nosso.
Pagar a nossa dívida Kármica seria bastante mais fácil se não estivéssemos continuamente a acumular karma. Tal como Krishna disse a Arjuna no Bhagavad Gita  “Aqueles cujo apego é o de recompensas pessoais, colhem as consequências das suas ações: algumas agradáveis, outras desagradáveis, algumas um pouco de ambos os sentimentos. Aqueles que renunciam ao desejo de recompensas pessoais, irão além do alcance do karma”.
Colocado de forma simples, fazemos o que temos de fazer porque tem de ser feito, e fazêmo-lo sem qualquer expectativa.

E do karma passamos ao dharma.
Dharma significa “aquilo que mantém unido”.
No plano humano, dharma pode ser considerado como “fazer a coisa certa”.
Esta compreensão sobre o karma e dharma é essencial para podermos integrar na nossa vida os Yamas e os Niyamas. E perguntam vocês o que são os Yamas e Niyamas? Ora, Yamas e Niyamas são como um código de conduta para o praticante de Yoga sobre como fazer melhores escolhas. Todos queremos fazer boas escolhas certo? Mas ao invés de ser um código assente na repressão e controle, estes aspectos da prática baseiam-se na coerência, motivação e coordenação dos nossos esforços para podermos fazer melhores escolhas a cada momento.


De entre os Yamas e Nyamas, encontramos Ahimsa. Mais conhecido como “não-violência”. Existem duas dimensões diferentes na prática da não-violência, que estão intrinsecamente ligadas: uma pessoal e uma social. A primeira tem a ver com a forma como nos relacionamos connosco e com a nossa prática pessoal de Yoga. A segunda tem a ver com a maneira em que vivemos a vida em sociedade, com nossa família, nossos amigos, vizinhos ou colegas de trabalho.

Geralmente, a questão da opressão animal é abordada apenas em termos de compaixão e preconceito: os animais são explorados e destruídos, simplesmente porque os vemos como sub humanos e estamos dispostos a abusar deles para satisfazer a nossa ganância e paladar. Mas talvez o problema vá um pouco mais fundo do que mera crueldade e avareza. No nosso contexto social atual, não são apenas os animais que são explorados - é tudo e são todos, de terras de cultivo a florestas, a agricultores e empregados de loja. A opressão dos animais é mais evidente pois envolve o assassinato de seres vivos, mas não são apenas eles os escravizados pela nossa sociedade, é tudo, nós mesmos incluídos. Sem uma compreensão de como e porquê o nosso sistema económico e social nos leva a constantemente dominar, explorar e oprimir tudo, não seremos capazes de acabar a violência contra os animais e ambiente, ou pelo menos de uma forma significante e a longo prazo. Diariamente, somos encorajados a questionar como podem os animais, as pessoas e o ambiente, ser usados como recurso na competição diária da nossa vida. Esta é uma das razões pela qual considero que Ahimsa para com os animais é indivisível da mesma não-violência que precisamos de praticar com nós mesmos.
Tudo vale no jogo da exploração, e se não exploramos algo com o intuito de ficar na mó de cima - de acordo com as exigências que nos são impostas sob o disfarce de livre arbítrio - alguém o irá fazer por nós, e muito provavelmente utilizá-lo para nos explorar de volta. Este é um pensamento tão cruel e violento que aqueles que se apercebem disto, não têm qualquer receio em maltratar humanos e animais, porque acreditam que a alternativa é serem eles mesmos alvo dessa violência.

O praticante de yoga que abraça ahimsa e adopta o vegetarianismo/veganismo reconhece o valor dos animais não humanos, um valor que não pode ser calculado por economistas, apenas medido pela compaixão humana. Apenas uma perspectiva e estilo de vida com base na verdadeira compaixão consegue destruir os arquétipos opressivos e violentos da nossa sociedade presente e auspiciar em desenvolver novas realidades, novos relacionamentos, com a forma como tratamos os animais que partilham o Mundo connosco. É surrealista pensar que uma sociedade que oprime animais não humanos seja alguma vez capaz de se tornar uma sociedade que não oprima humanos.

A libertação animal e o fim da violência para com todos os seres (isto inclui a violência que praticamos para com nós próprios) é uma colectânea de processos internos. Talvez possamos aprender acerca de nós mesmos na forma como tratamos os animais. Devemos começar por reavaliar como a vida deve ser para humanos e animais de igual modo, e de como tornar ambas as existências significantes e preenchidas.














O yogi vegan não é sinal de iluminação. Tal como não existe um teste que possa ser aplicado ao ser humano para determinar o seu grau de espiritualidade, tão pouco podemos considerar que a dieta signifique alguma coisa em termos de progresso pessoal e espiritual. Se trocarmos os nossos condicionamentos por outros, como a tendência de julgarmos os demais ou de nos considerarmos superiores, então poderemos não estar a praticar com a atitude correcta, de mente equânime e coração aberto. Quando caminhamos por um caminho de evolução pessoal e social, é importante que não nos deixemos cair na teia pegajosa da arrogância. Os resultados poderão não ser tão imediatos mas serão mais duradouros com toda a certeza.
Tirem-nos o Amor, e o nosso mundo é um túmulo.

LOKAH SAMASTAH SUKHINO BHAVANTHU

"Que todos os seres sejam felizes e que meus pensamentos, palavras e atos contribuam para a felicidade de todos os seres"


*Palavras como Yama, Nyama, Ahimsa, Bhagavad Gita, sofrimento e ignorância,  etc podem causar confusão a quem nunca as leu. Por favor sintam-se na liberdade de me escreverem para qualquer dúvida! 

O meu nome é Nuno, sou aluno, estudante e professor de Yoga.
Podem encontrar-me aqui www.facebook.com/sacredyogajourney e falar comigo por aqui: indefenseofreality@gmail.com




Beringela no forno com molho de Miso e Sésamo tostado


in Workshop receitas rápidas para impressionar by A Cozinha Verde




Este molho de miso faz-se num minuto, e é absolutamente maravilhoso. E a combinação com a beringela no forno e as sementes de sésamo tostadas... Oh my God!! O melhor é experimentarem e comprovarem por vocês mesmos.

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Serve 4 pessoas
Tempo de preparação: 40 minutos


Ingredientes

2 beringelas bio
Azeite extra virgem bio
4 colheres (chá) de açúcar mascavado ou de coco
2 colheres (sopa) de pasta de miso (sweet white miso)
2 colheres (sopa) de vinagre de arroz
Sementes de sésamo a gosto


Preparação

Corte as beringelas ao meio e dê-lhes vários golpes na polpa. Coloque-as num tabuleiro, viradas para cima, e regue-as com azeite.

Leve ao forno, pré aquecido a 200º, durante 30 minutos.

Entretanto, numa taça, junte o açúcar mascavado ou de coco, o vinagre de arroz e a pasta de miso e misture tudo muito bem. Reserve.

Retire as beringelas do forno e pincele-as com o molho de miso. Leve novamente ao forno, 5 a 10 minutos.

Entretanto, coloque as sementes de sésamo numa frigideira (sem gordura) e deixe-as tostar por uns minutos, com cuidado para não queimarem (em alternativa, pode tostá-las no forno).

Polvilhe as beringelas com as sementes de sésamo tostadas. Servir como entrada ou acompanhamento.


Sobre o Miso



O miso é uma pasta de soja fermentada, produzido a partir dos feijões de soja cozidos e misturados com outros cereais. Após a fermentação dos grãos, a mistura é salgada, obtendo-se uma pasta espessa e nutritiva. É um excelente condimento em vários pratos.

A consistência do miso é pastosa e a cor varia entre o bege claro e o castanho escuro, passando por toda uma gama de cores intermédias. O sabor é intenso e relativamente salgado, assemelhando-se a avelãs. O miso de cor clara é, normalmente, menos salgado e de sabor menos intenso do que o mais escuro.


Devido ao processo de fermentação a que é sujeito, o miso é um alimento vivo (tal como o iogurte) que contém bactérias e fermentos vivos, facilmente assimilados pelo organismo, e muito benéficos para o equilíbrio da flora intestinal.

Concentrado em energia, possui muita da riqueza proteica dos feijões de soja. Contém igualmente fitonutrientes como as isoflavonas, presentes nos feijões de onde é originado.

Passatempo Zomato - Jardim dos Sentidos














Na sexta-feira passada (14/11) fui jantar com uma amiga ao Jardim dos Sentidos. Entrar ali é uma verdadeira experiência para os sentidos. :) O espaço, intimista e zen, convida-nos a perder-nos no tempo por algumas horas, tanto que fomos as últimas clientes a sair naquela noite.

Pessoalmente adoro espaços assim, onde a experiência não se fica apenas pela comida, mas também por todo o ambiente em redor. A esplanada fechada, a fazer lembrar um jardim interior é um dos pontos altos do restaurante. A comida é muito boa e os pratos têm uma excelente apresentação.

Escolhi como prato principal o Ratatuille do Chefe (vegan), um estufado de legumes com molho de tomate equilibrado com pera em torre de bolachas crocantes de beringela. acompanhado com vinagrete de ervas aromáticas, arroz e salada. A beringela panada foi sem dúvida uma boa surpresa e deu aquele "toque" especial ao prato. A propósito, eu e a beringela temos uma relação especial. :)

Gostei imenso da simpatia e atenção dos funcionários e senti-me muito bem recebida. E tenho a agradecer o telemóvel emprestado por um dos funcionários para fazer o registo fotográfico daquela noite, que de outra forma não seria possível.

Uma experiência a repetir, e sem dúvida a recomendar.






































E porque as coisas boas são para ser partilhadas, em parceria com a Zomato, A Cozinha Verde tem para vos oferecer um convite para jantar (ou almoçar) no restaurante Jardim dos Sentidos, para duas pessoas!

Para se habilitarem a ganhar, basta seguirem estes passos:

- Registarem-se no site da Zomato https://www.zomato.com/pt
- Seguirem o meu perfil no site https://www.zomato.com/pt/acozinhaverde
- Partilharem este passatempo numa rede social (Facebook, Instagram ou blog)
- Preencherem este formulário, até dia 26 de Novembro às 23h59

E embora não seja obrigatório para participar, se a esta altura ainda não fizeram "gosto" no perfil de Facebook da A Cozinha Verde, ainda vão a tempo ;)

É válida mais do que uma participação por perfil, durante o tempo em que estará a decorrer o passatempo (uma participação por dia, no máximo).

O vencedor será seleccionado aleatoriamente através do site random.org e anunciado na página de facebook o blog no dia 28 de Novembro. Será também contactado por email para fornecer a morada para envio do voucher.

O voucher tem validade até 31 de Janeiro.

Boa sorte!